sábado, 25 de fevereiro de 2012

Carnavalis e Chéssuis!

Houve um episodio no meu carnaval que eu achei um tanto sarcástico...
Eu e a amiga da minha namorada (meu guarda-costas) estavamos indo ao Recife Antigo... andando pela ponte com mais dezenas de pessoas e nos deparamos com duas pessoas com camisas padronizadas distribuindo Folders, Ok, normal! até o instante que fui ver o que era... "Jesus!!!!"
Isso foi uma das coisas mais insanas que já vi na minha vida!
Quem está indo curtir o carnaval e vai se importar com um "chamado de Jesus" em papel?
Por favor, me informem quantas pessoas se converteram depois dessa propaganda no carnaval!

É esperar que estejam muito na pior, viu?!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Carnaval ou competição?

Não basta ser conhecido mundialmente pelo samba, pelas suas mulatas... e desfile das escolas de samba, e praia, e cristo redentor, e ser sede das olimpíadas e copa... N! Tem aqueles que querem tomar o titulo do galo da madrugada de maior bloco carnavalesco do mundo... !!! Eu não consigo acreditar, honestamente... é muita falta do que fazer ou muita ganancia. Sei que isso não é pensamento de uma maioria, mas o simples comentários de alguns simplesmente chega a enojar. E não, não vou citar fontes, o que não faz com que elas não existam.
E achem o que quiser, pois estou pouco me importando com a elaboração do texto. Não é querer "descer" ao mesmo nível, mas quando é p/ tratarem do assunto vejo poucos usarem um pouco de educação que seja, ao contrario.
Depois reclamam porque pernambucano é tão "bairrista", porque as poucas coisas que nos fazem singulares e fortes, chegam querendo influenciar. É p/ dar pinta de bonzinho que acolhe o nordestino marginalizado? Não caio nessa. E quando não quer influenciar que puxar toda atenção e porque "eu sou centro" e o periférico precisa estar abaixo, então o titulo tem que ser meu, não é?
Isso me enoja.
Mas o que me deixa contente é saber que não importa o quanto critiquem, o quanto queiram rivalizar, chega o sábado de Zé Pereira e milhões de foliões estão pulando nas ruas do Recife, independente de classe social. Aqui no carnaval Centro e periferico pulam lado a lado sem a preocupação de rivalizar com qualquer outro.

Diversão, e só, isso é carnaval.

*meus professores me matariam se lessem o que escrevi.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Desafio.

Bem, as férias para mim são entendiantes. Vazio existencial adora brincar comigo durante esse período, e a falta de grana não me ajuda a melhorar. Então o que me sobra é a internet... como para todos os mortais... triste!
Eu passo muito tempo num site: o Deviant Art, ele é simplesmente viciante para mim... e como eu sou estudante de museologia, estou entediada... resolvi me desafiar: pedi a um amigo meu para escolher um tema, com o qual eu faria uma seleção de imagens, que resultariam em cinco e que expressariam tal tema. Estou com sono e passei duas horas tentando fazer isso... então ai vai o resultado, não ficou muito bom, mas é o começo.

Tema sugerido: Conflito





quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Férias.



 Chega fim de ano e estávamos todos nós, universitários, nos matando sem dormir, mil resenhas pra fazer, relatórios para entregar, noites para fazer a prova... "eu quero férias", eu preciso disso você não entende?
"Estou cansada! Pego dois ônibus para chegar na universidade, demoro em média 2 horas p/ chegar e voltar de lá. Vou p/ estagio ficar aturando gente quer forçar amizade... e sem tirar os problemas que não param de assombrar! e a noite ainda tem aula! E ainda tem namorada!"
E no inicio do ano? você ganha férias... e sua namorada vai morar em outro estado... e suas férias da biblioteca vão começar semana que vêm!
E agora bial?
Tédio mortal...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Reticente

Alguns dias eu quero ser simples, ou quero mais do que posso ter... algo que soe na boca como uma pequena nuvem a desmanchar suavemente... docemente leve... docemente simples.
Nesses dias não se pode ter o que se têm... a distância me impede... e nessa impossibilidade, não se quer ter o que já foi conquistado.
Em tais dias a presença ausente de uma face agradável... um contato pelo olhar... a pele que respira... e o convite me agrada...
Um dia eu queria... suspender meus temores e amores... e poder aproveitar a tua oferta reticente...
e poder acordar sem nenhum pesar... sentir apenas o gosto dessa lembrança... e a vida continua num outro dia.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Rede furada!

Durante meu período conturbado de estudo e distração com namoro e outros tipos de complicações,Sempre bate uma preguiça de escrever... bem, talvez não seja preguiça, mas o acumulo de coisas que eu preciso fazer, e incluindo o fato de sempre me dá vontade de escrever quando não estou com um bloquinho na mão ou dentro do ônibus, meus pensamentos foram expressos apenas fragmentadamente para os meus colegas de faculdade... muito triste! Até o meu "diário" está desatualizado, a quase tanto tempo quanto o blog... Entretanto, pensando nisso e depois de ter lido uma parte do livro Seduzidos pela memória que fazia parte da ementa da cadeira de Comunicação e Museus (cadeira excelente) li algo que me fez refletir muito:
“ Refletindo sobre este tema, um gerente sênior de tecnologia da informação dos arquivos canadenses teria dito recentemente: ‘É uma das maiores ironias da idade da informação. Se não encontrarmos métodos de preservação duradoura das gravações eletrônicas, esta poderá ser a era sem memória.’ De fato, a ameaça do esquecimento emerge da própria tecnologia à qual confiamos o vasto corpo de registros eletrônicos e dados, esta parte mais significativa da memória cultural do nosso tempo.”

Ao ler isso senti um nó no estomago. Pessoalmente (o que seria dizer individualmente) eu não me sentiria tão frustrada pelo fato de tentar armazenar o mínimo possível da minha memória pelos meios eletrônicos: sempre tive o pensamento de que o computador seria a forma mais perigosa de guardar qualquer tesouro meu. Mas visando de uma forma social, se o mundo de memória virtual fosse apagado (sabe-se que ainda não existem métodos seguros que façam com que elas durem eternamente) a memória de bilhões de pessoas simplesmente não existiria mais, os blogueiros assíduos simplesmente voltariam ao seu mundo de anonimato e esquecimento... Talvez uma depressão global, que no final acabaria me atingindo também.
Então pare (vc já está parado!) e pense: tem certeza que você deseja armazenar sua vida nessa rede?

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